((OFF)) A vida de Mário
Ta... eu sei, nao teim nd a ver com Samech.
Mas eu escrevi issu aki pra escola e disseram ki ficou bom.... intaum resolvi postar aki ^^
Espero ki gostem.
A VIDA DE MÁRIOMário, de pijama, escrevia uma carta no computador quando... Ouviu o ruído da porta.Sua mulher chegara meia hora mais cedo, coisa pouco comum.“Ainda bem que hoje ela não apareceu...” Mário pensou sorrindo.Sua esposa passara por ele, com a sua frieza habitual. O casamento acabara já há algum tempo, e o único motivo que sustentava os votos feitos na igreja era Jorge, filho do casal e que nesse momento estava na escola.Lá do quarto, Clara, esposa de Mário ordenou que ele fosse buscar Jorge na escola.Mário desligou o computador e foi trocar de roupa.“Meio dia... e eu de pijama...” Pensou Mário. “Tenho que arranjar um emprego...”. Ele vestiu uma camisa branca e uma calça jeans e saiu pela porta do escuro apartamento.Caminhou pelos corredores do prédio até que se deparou com o elevador interditado. Bufou e começou a descer seis andares de escadas.Já fazia dois anos que Mário traia Clara. Um ano que ele perdera seu emprego de segurança de um clube noturno.O céu estava nublado quando deixou o prédio que morava desde o seu casamento.A escola de Jorge ficava a algumas ruas dali. “Jorge já tem dez anos...” Mário caminhava olhando para o chão conservando seu semblante mal-encarado. “... Ele já pode voltar da escola sozinho”.Seus pensamentos foram interrompidos pela sirene de um carro de policia que passou ao seu lado indo parar perto de uma aglomeração de pessoas.Mário apressou o passo até chegar onde a multidão estava. Eram raros os acontecimentos desse tipo naquela calma região. Ele olhou para o corpo daquela mulher estendido no chão. Em seu peito podia-se ver três orifícios feitos a bala que faziam escorrer sangue manchando seu vestido bege.Policiais examinavam o corpo enquanto outros recolhiam depoimentos sobre o fato.Mário logo reconheceu o rosto daquela mulher. Cecília sua amante de vinte e cinco anos, alta e loira. Percebeu também o marido de Cecília ajoelhado ao lado do corpo aos prantos.
De tempos em tempos a multidão aumentava.Mário balançou a cabeça e seguiu o seu caminho.Voltando ao apartamento, Clara mexia no armário do banheiro a procura de um bom esconderijo. Em sua mão direita segurava um pequeno revólver.Jorge estava sentado na frente da escola brincando com algumas pedrinhas. Mário foi até ele e o abraçou sorrindo.Quando passaram de volta pelo local do crime, o corpo e parte da multidão tinham desaparecido dali onde agora só restavam sangue e rabiscos de giz.Ao chegar no apartamento, Jorge correu até Clara e abraçou-a como fez com seu pai. Era evidente a adoração do garoto pelos seus pais.Naquela noite jantaram juntos em volta de uma pequena mesa.Mário saiu da mesa antes dos demais e se fechou no quarto. Abriu o guarda-roupa e começou a procurar. Suas mãos pararam quando encontrou uma caixa de sapatos escondida atrás de suas camisas.Ele trouxe-a até a cama e lá a abriu.Dentro da caixa haviam passagens de avião para Espanha, sua identidade e algum dinheiro. “Amanha...” Pensou ele. Mário examinou tudo e fechou a caixa antes de colocar no mesmo lugar de onde a tirou. Após isso, foi até o banheiro do seu quarto.Jorge olhava para sua mãe. Clara mexia no seu prato de macarrão com carne enquanto olhava para o vazio. – Mãe? – Disse JorgeClara largou o garfo no prato e foi para o quanto onde seu marido já estava dormindo.Jorge recolheu os pratos da mesa.Mário abriu de leve os olhos quando Clara bateu e trancou a porta do banheiro.Clara abriu rapidamente o armário do banheiro e pegou a arma. Porém hesitou quando chegou perto da porta.Seu corpo inteiro estava tremulo. Encostou a cabeça na porta enquanto lágrimas escorriam do seu rosto.- Eu ti amava... – Clara sussurrava. – Eu não merecia isso Mário... – Continua sussurrando enquanto erguia e baixava a arma.“Não consigo... Não devo...” Clara colocou a arma no bolso do seu casaco e saiu do banheiro. Passou por Mário, por Jorge e saiu do apartamento.
Continuava chorando enquanto caminhava pelas ruas escuras e molhadas graças ao uma fina chuva.Pela manha, Clara entra em casa molhada e com os cabelos bagunçados.Olha em volta. O apartamento estava completamente escuro e vaziu. Clara correu por todos os cômodos. Parou no momento em que consultou o guarda-roupa e notou que não haviam mais roupas de Mário por ali.Petrificada pela surpresa, Clara ficou ali por alguns minutos até ouvir o telefone tocando. Ela correu até ele e o atendeu.- Jorge não ira comparecer a escola hoje? – Perguntava a professora do outro lado da linha.Clara largou o telefone. Foi até o computador e encontrou um rascunho salvo da carta que Mário escrevera ontem:“Sim, irei amanha pela manha. Estarei levando Jorge comigo. As coisas ficaram ruins aqui para mim, Cecília estava me pressionando. Bom, até que descubram já estarei longe daqui”.
Mas eu escrevi issu aki pra escola e disseram ki ficou bom.... intaum resolvi postar aki ^^
Espero ki gostem.
A VIDA DE MÁRIOMário, de pijama, escrevia uma carta no computador quando... Ouviu o ruído da porta.Sua mulher chegara meia hora mais cedo, coisa pouco comum.“Ainda bem que hoje ela não apareceu...” Mário pensou sorrindo.Sua esposa passara por ele, com a sua frieza habitual. O casamento acabara já há algum tempo, e o único motivo que sustentava os votos feitos na igreja era Jorge, filho do casal e que nesse momento estava na escola.Lá do quarto, Clara, esposa de Mário ordenou que ele fosse buscar Jorge na escola.Mário desligou o computador e foi trocar de roupa.“Meio dia... e eu de pijama...” Pensou Mário. “Tenho que arranjar um emprego...”. Ele vestiu uma camisa branca e uma calça jeans e saiu pela porta do escuro apartamento.Caminhou pelos corredores do prédio até que se deparou com o elevador interditado. Bufou e começou a descer seis andares de escadas.Já fazia dois anos que Mário traia Clara. Um ano que ele perdera seu emprego de segurança de um clube noturno.O céu estava nublado quando deixou o prédio que morava desde o seu casamento.A escola de Jorge ficava a algumas ruas dali. “Jorge já tem dez anos...” Mário caminhava olhando para o chão conservando seu semblante mal-encarado. “... Ele já pode voltar da escola sozinho”.Seus pensamentos foram interrompidos pela sirene de um carro de policia que passou ao seu lado indo parar perto de uma aglomeração de pessoas.Mário apressou o passo até chegar onde a multidão estava. Eram raros os acontecimentos desse tipo naquela calma região. Ele olhou para o corpo daquela mulher estendido no chão. Em seu peito podia-se ver três orifícios feitos a bala que faziam escorrer sangue manchando seu vestido bege.Policiais examinavam o corpo enquanto outros recolhiam depoimentos sobre o fato.Mário logo reconheceu o rosto daquela mulher. Cecília sua amante de vinte e cinco anos, alta e loira. Percebeu também o marido de Cecília ajoelhado ao lado do corpo aos prantos.
De tempos em tempos a multidão aumentava.Mário balançou a cabeça e seguiu o seu caminho.Voltando ao apartamento, Clara mexia no armário do banheiro a procura de um bom esconderijo. Em sua mão direita segurava um pequeno revólver.Jorge estava sentado na frente da escola brincando com algumas pedrinhas. Mário foi até ele e o abraçou sorrindo.Quando passaram de volta pelo local do crime, o corpo e parte da multidão tinham desaparecido dali onde agora só restavam sangue e rabiscos de giz.Ao chegar no apartamento, Jorge correu até Clara e abraçou-a como fez com seu pai. Era evidente a adoração do garoto pelos seus pais.Naquela noite jantaram juntos em volta de uma pequena mesa.Mário saiu da mesa antes dos demais e se fechou no quarto. Abriu o guarda-roupa e começou a procurar. Suas mãos pararam quando encontrou uma caixa de sapatos escondida atrás de suas camisas.Ele trouxe-a até a cama e lá a abriu.Dentro da caixa haviam passagens de avião para Espanha, sua identidade e algum dinheiro. “Amanha...” Pensou ele. Mário examinou tudo e fechou a caixa antes de colocar no mesmo lugar de onde a tirou. Após isso, foi até o banheiro do seu quarto.Jorge olhava para sua mãe. Clara mexia no seu prato de macarrão com carne enquanto olhava para o vazio. – Mãe? – Disse JorgeClara largou o garfo no prato e foi para o quanto onde seu marido já estava dormindo.Jorge recolheu os pratos da mesa.Mário abriu de leve os olhos quando Clara bateu e trancou a porta do banheiro.Clara abriu rapidamente o armário do banheiro e pegou a arma. Porém hesitou quando chegou perto da porta.Seu corpo inteiro estava tremulo. Encostou a cabeça na porta enquanto lágrimas escorriam do seu rosto.- Eu ti amava... – Clara sussurrava. – Eu não merecia isso Mário... – Continua sussurrando enquanto erguia e baixava a arma.“Não consigo... Não devo...” Clara colocou a arma no bolso do seu casaco e saiu do banheiro. Passou por Mário, por Jorge e saiu do apartamento.
Continuava chorando enquanto caminhava pelas ruas escuras e molhadas graças ao uma fina chuva.Pela manha, Clara entra em casa molhada e com os cabelos bagunçados.Olha em volta. O apartamento estava completamente escuro e vaziu. Clara correu por todos os cômodos. Parou no momento em que consultou o guarda-roupa e notou que não haviam mais roupas de Mário por ali.Petrificada pela surpresa, Clara ficou ali por alguns minutos até ouvir o telefone tocando. Ela correu até ele e o atendeu.- Jorge não ira comparecer a escola hoje? – Perguntava a professora do outro lado da linha.Clara largou o telefone. Foi até o computador e encontrou um rascunho salvo da carta que Mário escrevera ontem:“Sim, irei amanha pela manha. Estarei levando Jorge comigo. As coisas ficaram ruins aqui para mim, Cecília estava me pressionando. Bom, até que descubram já estarei longe daqui”.


1 Comments:
oiiiiii!!!!
estive lendo sua história, está muito boa, continuando assim teremos um novo autor em breve!!!
prof.Méri
Post a Comment
Subscribe to Post Comments [Atom]
<< Home