Kiraidáh
Capitulo.X.
- Perdoe-me pai... – Disse Sydrath ajoelhado na frente de Gragla. – Falhei diante de você, diante dos Háried e diante de todo povo de Samech...Gragla olhava para Sydrath com uma espécie de fúria nos olhos.- Não quero desculpa jovem tolo! – Esbravejou Gragla com sua voz sutil. – Aquele simples globo pode conter todo o destino de Samech!- Ainda não entendo como uma simples esfera de vidro pode conter tanto poder... – Gragla riu friamente.- Você, assim como todos nessa terra conhecem a lenda de Aljazév... Claro... O orbe é inútil sem o medalhão e sem a adaga, o qual nenhum desses nós possuímos. Por isso, quero que você reúna guerreiros de sua confiança – Quantos precisar – e volte até Larbah, a destrua se for necessário! Porem encontre aquele maldito orbe!Sydrath somente balançou a cabeça e saiu da sala do trono.“Guerreiros de sua confiança...” Pensou ele enquanto andava a passos largos pelo castelo. Havia se passado cinco dias deis de que enfrentara e matara Thoet. “Thoet, Thoet, Thoet” Pensou e balançou a cabeça. “Teria sido um guerreiro exemplar se tive-se escolhido lado certo”.O enorme corredor por onde Sydrath andava era precariamente iluminado por tochas. A maior iluminação era a da lua que penetrava por enormes janelas, ela banhava o corredor como se estive-se derramando prata liquida sobre ele. Dois homens robustos guardavam saída leste do corredor.Eles abriam a porta de madeira. Lá fora havia uma escadaria de mármore que descia até a alguns metros de um penhasco.Sydrath andou até a ponta do penhasco. De onde estava, ele podia ver a floresta de Avhasédma – Terra das fadas – toda extensão do rio Azlak – Que vinha até a beira do penhasco – e a torre de Ozbek – Situada no centro do deserto de Odingland. Sydrath abriu os braços e fechou os olhos. “Homens de confiança...” pensou novamente. “Só confio em mim pra fazer isso...”. Lentamente, fechou as mãos e gritou:- Kiraidáh! Logo, seu corpo começou a se transformar, ele se contorcia levemente enquanto ocorria. As pontas de seus dedos ficaram pontudas idênticas a garras e sua pele se tornou cinzenta e regida. Seus pulsos ganharam enormes anéis avermelhados. O restante do seu braço ficou enegrecido. Três espinhos de marfim surgiram em cada um dos seus ombros e por toda a sua coluna. Seu tórax ganhou mais volume, assim como suas pernas. Seu rosto endureceu, como se fosse uma mascara pálida e sem expressão. Dois pares de assas – Como as de um inseto – Surgiram em suas costas.Após suspiram, a criatura cruzou os braços sobre o peito formando um X e despencou do penhasco. Mergulhou em uma velocidade extrema. Ao ficar a alguns metros do espelho d’água, abriu simultaneamente os braços e assas produzindo um esguicho que o molhou um pouco. E depois partiu em direção as montanhas Fild.
- Perdoe-me pai... – Disse Sydrath ajoelhado na frente de Gragla. – Falhei diante de você, diante dos Háried e diante de todo povo de Samech...Gragla olhava para Sydrath com uma espécie de fúria nos olhos.- Não quero desculpa jovem tolo! – Esbravejou Gragla com sua voz sutil. – Aquele simples globo pode conter todo o destino de Samech!- Ainda não entendo como uma simples esfera de vidro pode conter tanto poder... – Gragla riu friamente.- Você, assim como todos nessa terra conhecem a lenda de Aljazév... Claro... O orbe é inútil sem o medalhão e sem a adaga, o qual nenhum desses nós possuímos. Por isso, quero que você reúna guerreiros de sua confiança – Quantos precisar – e volte até Larbah, a destrua se for necessário! Porem encontre aquele maldito orbe!Sydrath somente balançou a cabeça e saiu da sala do trono.“Guerreiros de sua confiança...” Pensou ele enquanto andava a passos largos pelo castelo. Havia se passado cinco dias deis de que enfrentara e matara Thoet. “Thoet, Thoet, Thoet” Pensou e balançou a cabeça. “Teria sido um guerreiro exemplar se tive-se escolhido lado certo”.O enorme corredor por onde Sydrath andava era precariamente iluminado por tochas. A maior iluminação era a da lua que penetrava por enormes janelas, ela banhava o corredor como se estive-se derramando prata liquida sobre ele. Dois homens robustos guardavam saída leste do corredor.Eles abriam a porta de madeira. Lá fora havia uma escadaria de mármore que descia até a alguns metros de um penhasco.Sydrath andou até a ponta do penhasco. De onde estava, ele podia ver a floresta de Avhasédma – Terra das fadas – toda extensão do rio Azlak – Que vinha até a beira do penhasco – e a torre de Ozbek – Situada no centro do deserto de Odingland. Sydrath abriu os braços e fechou os olhos. “Homens de confiança...” pensou novamente. “Só confio em mim pra fazer isso...”. Lentamente, fechou as mãos e gritou:- Kiraidáh! Logo, seu corpo começou a se transformar, ele se contorcia levemente enquanto ocorria. As pontas de seus dedos ficaram pontudas idênticas a garras e sua pele se tornou cinzenta e regida. Seus pulsos ganharam enormes anéis avermelhados. O restante do seu braço ficou enegrecido. Três espinhos de marfim surgiram em cada um dos seus ombros e por toda a sua coluna. Seu tórax ganhou mais volume, assim como suas pernas. Seu rosto endureceu, como se fosse uma mascara pálida e sem expressão. Dois pares de assas – Como as de um inseto – Surgiram em suas costas.Após suspiram, a criatura cruzou os braços sobre o peito formando um X e despencou do penhasco. Mergulhou em uma velocidade extrema. Ao ficar a alguns metros do espelho d’água, abriu simultaneamente os braços e assas produzindo um esguicho que o molhou um pouco. E depois partiu em direção as montanhas Fild.


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